O silêncio tem muitas moradas.
Quando é outono em nós,
fica ali, bem exatamente,
naquele lugar
onde tudo se dissolve.
Há nesta casa um oceano
de profundos e sonoros segredos
que dizem sim e lêem a vida.
Quando a maré no seu vai e vem
Vai desfolhando onda por onda
Vem esvaziando-se e enchendo
de sal, de sul, de só silêncios.
Seu endereço é entre
Entre nós
É lá, exatamente lá
Que todo ruído em mim
Espantosamente se aquieta.
Novembro 23, 2006 at 10:22 pm
Pois é….
Começou e agora não pára mais….
Quem segura todo o poder da palavra dita?
Uma honra e uma delícia estar por perto.
Muitos beijos,
Vanessa
Novembro 23, 2006 at 10:25 pm
Bom, a princípio o comentário era para a Deyse, que estou acompanhando mais de perto…
Mas Tarcísio, sinta-se também saudado!!
Vanessa
Novembro 24, 2006 at 11:34 am
rs… Obrigado Vanessa, não se preocupe com isso…
Fevereiro 20, 2009 at 1:41 pm
Esses pés em contraste com o sol indicam algumas verdades inconclusivas e filosóficas interessantes. No entanto, com certeza, poderia afirmar somente uma coisa: você estava de pernas pro ar.
hehehehehe
beijo